Ganhou as
eleições na cama, governa da poltrona e, porventura, exerceu a sua atividade de
capitão no exercício entre 1973 e 1988 ano em que passou à situação de reserva
militar, sempre sentado.
António
Fernandes, em Braga/Texto
en portugués tomado de Jornal Tornado
Atividade
profissional, a de militar na reserva, de que se reformou no ano de 2015.
Faz carreira
profissional na atividade política partidária, desde 1989 usando para esse fim
vários partidos políticos. Oito partidos políticos, em dez anos, até à presente
data em que chegou a presidente do Brasil.
Um País com
recursos enormes onde as assimetrias sociais se assemelham na dimensão à
dimensão territorial do Estado mas também na “performance” cultural entre o
cidadão cosmopolita e o cidadão de tribo indígena.
O Brasil é um
País de referência estratégica na América Latina onde tem ditado ao longo da
sua História a convergência política e económica da América do Sul com a
imposição de contrapartidas às potencias internacionais exigindo cedência do
“kbps-how” (conhecimento prático e administrativo do produto e dos procedimentos)
assim como todos os estudos disponíveis de programação e de arquitetura dos
sistemas em equipamentos fabricados no Brasil para serem comercializados no seu
mercado interno e mercados da sua área de influência para que as
empresas interessadas se possam instalar em território Brasileiro a que
acresce, creio, uma parte do capital social ter de ser detido por nacionais.
Esta diretiva
de política nacional mais a produção e manufatura interna tem valor
acrescentado na produção e comércio interno e externo de relevância estratégica
como potencia regional nos mais variados domínios ao ponto de o seu superávit
ser de US$ 29,697 bilhões na terceira semana de agosto do corrente ano de 2019.
Por isso, a
influência direta da espionagem internacional na condução dos destinos obscuros
da contra informação destituindo o poder democrático existente para o
substituir por um novo modelo de ditadura em que o cidadão vota e também por
isso é conivente. Uma nova metodologia eletiva com suporte informático de canal
de formatação da opinião pública com técnicas apuradas de marketing.
É neste
contexto da História Brasileira que, a floresta Amazonica atravessa a sua maior
e mais profunda crise de sobrevivência entre os interesses das empresas de
madeiras em ascensão local e as tribos indígenas com sérias dificuldade em
continuar a existir mas que são as legítimas proprietárias de um bem que
desde sempre foi do seu domínio e usufruto reconhecido e são de forma
contínuada escorraçados dos locais onde sempre viveram para que as companhias
de abate e transformação da madeira se instalem e o movimento dos “Sem Terra”
seja literalmente obliterado.
Jair
Bolsonaro, o presidente, assiste impávido e sereno á devastação da Amazónia por
madeireiros sem qualquer sensibilidade para a causa do equilíbrio ambiental e
muito menos para os problemas que virão a provocar na sobrevivência futura do
Homem.
Lavra na
floresta do Amazonas um incêndio de dimensão incalculável depois de um processo
de desflorestação sem precedentes em tempo recente e, em tempo recorde. O
presidente nada faz e, deixa que arda descontroladamente.
A conturbada
situação política no Brasil é dominada por uma extraordinária apetência de Jair
Bolsonaro na defesa do interesse privado desregrado que deixa atonita a
comunidade internacional e estupefata a comunidade local.
O capitalismo
puro e duro é a sua doutrina.
Ultrapassou a
saga fascista de Mussolini e de Hitler porque, esses, fizeram da defesa dos
esfomeados a sua bandeira e dos trabalhadores estandarte.
Acabando por
instalar nos seus Países ditaduras sanguinárias implacáveis ao ponto do
extermínio de opositores mas também de comunidades e minorias tentando
inclusive, Hitler, a criação de um perfil de raça Humano. A raça ariana.
Bolsonaro,
bocejou, esopreguiçou, levou facada e, ganhou a eleição para que foi candidato
sem que tenha sequer tido necessidade de fazer campanha eleitoral convencional.
Persegue
opositores. agrava pena de prisão de opositores que, como o Lula da Silva, nem
sequer a eleição presidencial pode disputar.
A máquina que
por detrás de si foi montada não tem comparação nem explicação para raciocínio
comum.
Usou as redes
de mensagens personalizadas para o que é necessário, pelo menos, ter acesso ao
número de identificação na rede, do cidadão utilizador. Tiveram acesso a bases
de dados nacionais que, penso, é suposto estarem protegidas contra a intrusão
de estranhos ao utilizador mas que, presumo, não estarão…
Prenderam
Lula da Silva, destituíram a Dilma e, colocaram na presidência do Brasil um
pistoleiro que defende o uso de arma um pouco em jeito de faroeste americano e
que nem precisa de Temer porque a justiça o liberou pela mão de um ministro
juiz que ajuíza a justiça pelas suas próprias convicções políticas e
ideológicas populistas de praça pública, penso.
Cumpriu a sua
saga contra a Democracia e foi nomeado ministro da justiça.
Entre um
bocejo de Bolsonaro e as forças ocultas que já se haviam movimentado em tempo
útil trabalhando a opinião pública para o populismo em que o citado ministro se
empenhou numa operação “lava jato” que culminou com a “lavagem” da democracia e
colocou no poder um ditador assumido cujo preço o País já está a pagar mas… “A procissão ainda não saiu do adro”.